segunda-feira, 24 de dezembro de 2007

A batalha final

Sim Halandar vou manter um de meus olhos em você para ter certeza que não vou perder minhas magias antes mesmo de começar a lança-las. Agora, depois de provar dessa maravilha de banquete, devo dizer que vocês foram imprevisíveis e incrivelmente persistentes nessa guerra. Depois de derrotar Jezz em uma batalha única, se me lembro bem depois do uso da força bruta de seu bárbaro (outro fato digno de ser lembrado), eu fiquei no controle do exército por um tempo, mas não tive a oportunidade de estar na batalha final. Pelo que os soldados sobreviventes me contaram poucos elfos foram capazes de derrotar todo o exército Drow. Caso suas mentes insignificantes sejam hábeis o suficiente para lembrar de tal batalha gostaria de saber como, claro que com o apoio de Tymora, puderam nos derrotar.

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Enfrentando um maldito mago ... (continuação)

Então vocês ainda acham que podem me intimidar com a parte da história que conta minha derrota .... mas não se esqueçam que a beshaba esteve dos dois lados do campo de batalha. Uma de minhas mais impressionantes táticas foi logo antes do Mythal ser desativado, enquanto os ratos tentavam se esgueirar para dentro da cidade, numa tentativa sem sentido é claro, eu e Setoxi analisávamos cada passo dado por vocês.O mais incrível era que enquanto meus soldados os guiavam por entre os corredores você nem mesmo desconfiavam que eu os espionava com minha magia e ...... os atrasava. Antes mesmo de chegarem perto de Talindra eu já os havia atrasado suficiente para os Drows comandarem Cormanthor. É realmente prazeroso ver que vocês nem desconfiavam, vejo isso claramente em suas faces nesse momento.....Sim bárbaro imundo você pode ter fugido graças ao seu amigo infante, mas eu realmente gostei de torturá-lo, mesmo que sua boca não falasse nada sobre as táticas dos elfos, vê-lo chorar foi muito mais saboroso.E que tal relembrar outro fato que ainda hoje vocês e os elfos nunca desconfiaram até terem a sorte de esbarrar nele. Vocês se lembram que tínhamos um espião entre vocês??? Ou já esqueceram do Doppelganger?Aquele peão foi o mais sábio movimento que Jezz ao criar essa guerra e foi ele quem conseguiu derrubar a fraca amizade que Talindra tinha com sua mãe, mas é claro que ele teve uma ajuda de um elfo traidor .... Até hoje não acredito na sorte que vocês tiveram de encontrá-lo e depois matá-lo, isso só pode ter sido graças a um traidor entre um de nossos soldados.Quero ver esse sorriso em seus rostos novamente bando de bárbaros que usam a força em vez do cérebro. Que tal você também começarem a relembrar sua derrotas antes que todos esses idiotas nessa taverna comecem a acreditar que vocês são deuses (tão típico desses humanos imundos).E anão estúpido cale a boca, não ache que eu adoro essa vadia a quem você está profanando o nome. E antes que eu chame pelos guardas para colocá-lo atrás das grades por uma agressão sem sentido termine de conjurar essa magia, ou que algum de seus amigos tenha um pouco mais de inteligência do que quando vocês tiveram durante a batalha nos vales acabe segurando seu braço.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Enfrentrando um maldito mago ...

Halandar: Já que andaram te confundindo, maldito drow, eu e Ulfgar vamos relembrar uma certa caçada que tivemos ...

Ulfgar: logo após os magos do culto do dragão terem revelado suas verdadeiras intenções junto as forças dos elfos(francamente, não sei como puderam confiar neles...)

Halandar: é ... os elfos estavam tão desesperados, que aceitavam ajuda de qualquer um ... procuraram até um pequeno halfling ...

Ufgar: Ha ha, verdade, e jovens de 17 anos também... bem, voltando ao assunto... e as tropas inimigas zhentarins estarem próximas, os Escudos de Faerun foram separados pela vontade dos deuses.
Halandar e eu fomos, juntamente com um destacamento de elfos vindos de Evermeet, para um lado, e Hagen e os outros, para outro... numa fuga desesperada...
E não pense que me esqueci que graças a VOCÊ Merinid, interferindo naquela estrada, com suas magias infernais, somado a todo um batalhão de drows sob seu comando, que muitas vidas valorozas foram perdidas. Seus drows nos perseguindo sem descanso ou clemência, nos forçando a marchas intensas durante o dia para lutar a noite numa proporção cruel de 5 da sua raça nojenta para cada um de nós, feridos e exaustos ( admito que foi uma tática eficiente, que nos minava e enfraquecia, na mesma medida em que poupava os seus).
Mas vou contar aqui algo que talvez você não saiba: Nosso plano era única e exclusiavamente matá-lo!

Halandar: Bem, não deu certo ... mas era esse mesmo o plano! Se bem que, ver você fugindo com o rabo entre as pernas, e viver o resto da sua vida, que não vai ser longa (olhando para o Durgar e sorrindo), já valeu a pena! Fale logo das nossas táticas Ulfgar!

Ulfgar: Caro Halandar, me ocorreu que os deuses sorriram para a gente, pois não fecham uma porta sem abrir duas. Afinal de contas, além da lembraça dele fugindo com o rabo entre as pernas, bom, você se lembra da missão? Eu ainda não esqueci, e acho que ela ainda vale.

Halandar: Sim ... verdade ... mas conte logo!

Ulgar: Muito bem ... Aproveitando um dos ataques noturnos, saímos desapercebidos para dentro da floresta, eu, Halandar e um jovem elfo, para caçá-lo e matá-lo Merinid. Infelizmente, encontramos obstáculos, na forma de um Umber Hulk de "armadura completa" e mais alguns drows, e fomos obrigados a nos desviar, indo parar num pequeno vale mais abaixo, com aquela besta louca fazendo tremer uma cecóia gigante caída e drows nos emboscando a frente, liderados por Tebrim, lembra-se dele?

Halandar: Eu me lembro!

Ulfgar: O covarde me atacou pelas costas!

Halandar: Ele era esperto ... eu também te atacaria pelas costas ... ops ... bem, isso não interessa agora ...

Ulfgar: Mais uma razão para eu ser seu amigo ... O fato é que conseguimos derrotar os drows (infelizmente o jovem guerreiro elfo morreu) e tive minha vingança contra Tebrim, o drow das duas cimitarras. Voltamos para o nosso contingente relatando que você ainda vivia, mas um dos seus guarda-costas não...
Na noite seguinte tentamos mais uma vez, agora com um arqueiro elfico junto com Halandar e eu. Assim que descobrimos a sua localização armamos um ataque surpresa ... onde os itens mágicos de Tebrim foram muito úteis para mim nessa aproximação. Nos posicionamos, mas, por uma maldita sorte, você percebeu, e rapidamente se escondeu atrás de sua guarda pessoal. Com um ataque pesado, te dando cobertura, não pudemos atacá-lo rapidamente, e com isso, teve tempo de usar suas magias de proteção, antes que minha espada e as setas de Halandar chegassem à você.
Tivemos que mudar de tática, e apesar de ferí-lo (ainda tem a cicatriz que lhe deixei?), não pudemos matá-lo. As setas envenenadas de seus guardas se fizeram eficazes mais uma vez. O arqueiro tombou e, logo depois, Halandar também.

Halandar: Hum, foi uma das poucas vezes que fiquei inconciente durante uma batalha ...

Ulfgar: Sem muita opção, lhe fiz meu refém, o que sabia que não adiantaria por muito tempo...

Halandar: Pois sua raça é formada por um bando de traidores ...

Ulfgar: Justamente. Me restou usar essa estratégia para salvar Halandar e bater em retirada. E apesar de quase morrer, ou tombar com veneno, consegui. E com Halandar nos braços, corri a toda ... na velocidade em que estava, vocês jamais nos alcançariam. Mas então, você usou aquela magia ...

Halandar: Portal dimensional ...

Ulfgar: Se você diz ... O fato é que apareceu algumas centenas de metros a frente, obstruíndo o caminho, e com um contingente vindo atrás, estavamos entre a cruz e a espada. Só vi uma alternativa: salvar Halandar. Joguei-o numa moita, juntamente com as cimitarras e minha espada (e mais um ou outro item que você não tem que saber...).
O resto você já sabe: me rendi, fui feito prisioneiro, e levado para o acampamento, para ser torturado, mais uma vez, na sua patética tentativa de arrancar informações.

Halandar: Bem, no estado que te encontrei, não me pareceu que a tortura tenha sido tão patética ...

Ulfgar: Verdade ... Mas como ele não conseguiu o que queria, isso foi patético. Doloroso ... muito... mas patético ... dolorosamente patético.
Você não conseguiu entender na hora como é que eu escapei, não é Merinid? Agora sabe!

Halandar: (levantando o dedo) Bem, tive uma pequena participação nisso ...

Ulfgar: Essa pequena participação salvou minha vida, e lhe ensinou a nunca subestimar o poder da amizade, ou as habilidades de um Halfling.

Halandar: Bem, mas o que realmente importa, é que mais de uma vez, me infiltrei entre seus homens, e com isso, pudemos descobrir um certo mensageiro ...

Ulfgar: Creio que você já tinha deduzido como perdeu aquela batalha ... Sim. Nós interceptamos o mensageiro, o matamos, e levamos a mensagem com as suas ordens de batalha para o nosso contingente.

Halandar: Tudo isso, claro, depois que eu matei o drow que vigiava Ulfgar, e o soltei ...

Ulfgar: Era hora do contra-ataque! Sentamos com Saevel Tarnuth, o jovem lorde élfico que liderava nosso contingente e montamos nossa estratégia. A surpresa era nosso trunfo, e cada vida élfica perdida seria vingada com juros naquela batalha memorável. Halandar, Tarnuth e eu, cada qual liderando um pequeno pelotão de bravos jovens elfos, investimos contra vocês, com todos os nossos amigos mortos na memória, com sua opressão em nossas feridas, e o brilho de nossos olhos refletindo na ponta de nossas espadas...

Halandar: E setas!!!

Ulfgar: Muitas ... Você não estava ali, Merinid, por isso vou lhe contar: Eu vi suas tropas desorganizadas, desorientadas, sem compreender como caçadores se tranformaram em caça. Eu sorri tombando seus compatriotas, e gargalhei quando a covardia de sua raça falou mais alto e cada um se lançou a própria sorte, fugindo, ou melhor, tentando ... e falhando ...

Halandar: Foi lindo ver cada uma das minha setas perfurando essas carcaças fétidas , e, um a um, ver seus soldados cairem aos nossos pés ...

Ulfgar: Naquele dia, Merinid, banhamos o solo com o sangue de seus irmãos ... rios de sangue drow!
Foi a primeira lição de várias que viriam a partir dali ... Quer comentar sobre isso Merinid?

Mas nossos brados de vitória foram interrompidos, pois do Mar da Lua uma massiva força Zhentarin se aproximava e tivemos que voltar para alertar as forças aliadas.

Halandar: Mas essa já é uma outra história ... Gostei dessa, consegui até beber um pouco enquato Ulfgar narrava nossa epopéia ... O que você queria dizer mesmo Merinid? Aposto que não era isso ... Hei, não sabia que drows ficavam vermelhos ... ha ha ha

terça-feira, 4 de setembro de 2007

Perdido na floresta!

Agora a pouco eu comentei algo sobre a princesa Talindra ter sido sequestrada ...
Me lembro que depois disso, saimos em missão pela floresta, e, em algum momento, me perdi do grupo, e me vi sozinho em Cormanthor!
Tenho que confessar, não sei o que os Elfos tanto vêem nessas florestas! Prefiro mesmos as vilas halflings e suas estradas! Pelo menos nelas a gente de onde pra onde vamos!
Mas eu estava sobrevivendo bem, só meio desorientado depois de algumas horas sem uma refeição decente! Mas consegui até dormir escondido e protegido!
Não sei por quanto tempo vagaria perdido por lá, mas graças a astúcia de Brandobaris e a sorte de Timora, um Meio-Orc cruzou meu caminho!
Sim, meio-orcs são criaturas realmente horrendas ... mais horrendo que sua aparência é imaginar um ser humano gerando uma criatura dessas ... Blahh, humanos e sua insaciavel sedo por diversidade!
Ah sim, voltando, claro que foi sorte!
Pois nesse caso, o Meio-orc era um amigo!
Sim, eu tinha um amigo meio-orc! ...
Não!! ele não morreu, o verbo no passado foi porque na verdade, ele deixou de ser um Meio-orc!
Hummm ... como vou explicar isso ... Bem, na verdade, ele era um Humano!
Não não, Meio-Orc não era um apelido pela feiura! Ele realmente era um Meio-orc!
Nossa, isso tá confuso! Me deixem contar a história! Parem de interromper!
Ele era humano, mas em algum momento do passado, foi amaldiçoado, sendo condenado a viver anos com aquela aparência! Mas não se preocupem, hoje ele está curado, e voltou a ser um humano!

Mas essa não era a história! O importante é que nos encontramos, seu nome é Mohakin, um bárbaro das terras do norte!
Graças as suas grandes habilidades de sobrevivência, conseguimos vagar em seguraça pela floresta! Eu consegui até descansar, pois ele, com toda sua força e estatura, muitas vezes me carregava no ombro, para conseguirmos atravessar mais rapidamente nossos obstáculos!
Foi nessa travessia, que encontramos um rastro, e logo nos deparamos com uma caravana! Adivinha de quem?
Sim, das malditas criaturas que sequestraram Talindra! Ela se encontrava aprisionada com eles! E mesmo com toda a minha furtividade e toda a força de Mohakin, sabiamos que não era possível apenas nós dois efetuarmos o resgate. Me lembro das criaturas horríveis que eles tinham como mascotes!
Não foi tão difícil segui-los, pois os rastros dos Umber hulks que eles levavam acorrentados facilitava muito a difícil técnica de ratrear!
Passamos alguns dias apenas seguindo essa trilha, e tentando elaborar um plano para resgatar a princesa!
Não conseguimos resgatá-la nessa empreitada, mas conseguimos reunir informações que foram muito úteis para atingir esse objetivo no futuro ...
Onde está Mohakin? Bem, ele voltou para as suas terras, após Modanan trazer a cura para a sua maldição!
Ei, onde diabos está Modanan?

Halandar, o aventureiro!

sábado, 25 de agosto de 2007

Cormanthor, parte 1...

Entramos numa grande enrascada pra variar.... Nos envolvemos em uma tremenda guerra entre os elfos de Cormanthor e os elfos de Underdark. O exército de drows era massivo e muito bem equipado. Embora os elfos da floresta fossem ótimos guerreiros, a batalha estaria perdida sem a ajuda dos humanos que vivem nos vales. Foi durante estes tempos conturbados que conhecemos Aravilar e Talindra. Eles eram os regentes de Cormanthor, mas não eram reconhecidos pela corte élfica de Evermeet. A amizade entre o povo élfico e eu cresceu muito naqueles tempos, e sacrifícios foram realizados em nome dessa amizade. Durante o momento mais tenso da guerra, creio eu, a corte de Evermeet mandou "reforços" (apenas um grupo patético de nobres, que apenas faziam intrigas e acusavam Aravilar de traição). Criei uma amizade sincera com Turin, o conselheiro da rainha de Evermeet, e de todos os elfos. Prometi a ele que conseguiria ajuda imediata, pois a situação estava ficando cada vez mais caótica. Infelizmente (ou não), os elfos tem muito tempo de vida, e enxergam o mundo de maneira diferente de nós, humanos. Provavelmente a guerra iria se extender por séculos, até os elfos de Cormanthor e Evermeet se unirem efetivamente para enfrentar o mal que nunca descansa. Assim, tratei de tentar cumprir a minha promessa para Turin, e peguei o corsel mais valoroso e segui em direção ao Conselho dos Vales, para conseguir ajuda militar e civil. Alimentos, roupas, soldados.... tudo seria extremamente bem vindo. Estava com a bênção de Helm ao meu lado, um discurso improvisado na mente e um grande trunfo na mochila... O manto de Aencar. Mas acho que estou me adiantando um pouco... Temos muito o que explicar sobre essa guerra e os inimigos que fizemos (que por sinal, alguns estão vivos, e foram vistos recentemente....). Tamsil... poderia me trazer vinho?

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

Continuando as histórias ...

Camaradas,
Já falamos um pouco do Encontro dos Escudos, e das nossas aventuras dentro de Comanthor. Agora, ajudem me, após lutarmos ao lado dos elfos, qual foi nossa próxima aventura? Já não estou mais certo, foram tantos os eventos em que nos envolvemos!
Foi nessa época que resolvemos nos aventurar nas entranhas de Undermontain, sob Waterdeep?
Caro Owain, você poderia nos contar um pouco mais sobre sua diplomática missão entre os Lordes dos Vales, na difícil tarefa de traze-los para o nosso lado na guerra.
Eu, se incumbido dessa tarefa, provavelmente voltaria com alguns guerreiros, mas também com uma quantidade enorme de inimigos!

Halandar Aumbra

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Um guerreiro a mesa!

Olá! Desculpe a demora meus amigos, por quanto tempo dormi dessa vez?
Pelas barbas argênteas de Moradin!! Tudo isso?! É, realmente, enfrentar aqueles Dragões foi muito menos doloroso do que suportar esses treinos com Harundar....e aquele martelo.....ai....
Durnan, me traga uma jarra daquela cerveja anã! Poderia beber todo o mar das Estrelas Cadentes com essa sede!
...E quem são eles? ...por que tanta gente prestando atenção em nossa mesa? Ah, tá. Histórias. Eu? Contar uma? Não. Não sou um bardo. Tá. Me apresentar ao menos? Tá. Tudo bem. Eu sou Ulfgar, filho de Kelron, Campeão Divino de Moradin...O quê? Sim, eu sei....sei que sou humano. Sim, também sei que Moradin é O Deus Patrono dos Anões. Como quer questionar a escolha de fé de alguém? Veja isso. O Quê você vê? Sim, é uma montante. É, ela é bem afiada.... não seu tolo! Não tenho intenção de usá-la contra você.... Ao menos não por enquanto.... Quero que veja os símbolos que estão gravados nela...
Vou lhe contar uma coisa. Eu não acreditava em Deus algum. Sabia que eles existiam, claro, afinal, meu pai, Kelron, o virtuoso, era um Paladino a serviço da Tríade! Mas... Não havia fé em meu coração. Só meu caminho da estratégia e um vazio em minha alma. Já estive no reino dos mortos, no limbo, vendo almas sendo roubadas por criaturas dos 9 infernos... Estive em frente as muralhas de Kelemvor....Vi as almas perdidas sendo destroçadas durante os ataques de criaturas que fariam as próximas 10 gerações de teu clã terem pesadelos! Ali, em meio a tudo isso, vi meus amigos vindo em meu resgate! E os vi em um perigo mortal....por minha causa...e mesmo com minha força ou estratégia, eu não era mais do que um grão de areia numa tempestade....
Mas aí, nesse momento trágico, ELE me ouviu! E em socorro daqueles que mais prezo, atendendo, meu chamado, veio seu Martelo e o peso de sua ira. ELE me provou o valor da FÉ, através de meus amigos, esses que estão sentados aqui comigo. Cada um, seguindo seu próprio dogma, seu próprio Deus. Ainda assim, juntos.
Você vê uma espada... Pois eu te digo que isso, é muito mais afiado do que qualquer espada em Toril, e foi forjada com algo muito mais forte do que todo adamantite e mithril juntos!
Esses símbolos são a prova de nossa amizade. Representa a alma dos Escudos de Faerûn! Nossa força....e o que nos dá orgulho (menos quando a estratégia é simplesmente abolida e por conta disso, a dor ensina...de novo...) e dizem mais! É a prova viva de que meu Deus está comigo!
Ainda sou um grão de areia.....mas agora, tenho Fé.... E isso me torna um homem mais forte do que qualquer exército! Sou humano (e me orgulho disso e de meus ancestrais). Mas o povo anão também é o meu povo! E na guerra de Cormanthor, contra drows fedorentos (cara de nojo) e seus ardis, contra zhentarins e seus exércitos, sendo nada mais do que um grão de areia, juntos nós vencemos. Os vales, minha terra, continuam livres. Os Elfos descobriram que o juramento da Pedra do Acordo e o valor da Honra ainda vivem. Isso criou firmes laços de amizade, uma força poderosa contra os inimigos de todos nós. Por tudo isso, ELE me aceitou como seu Campeão.
E em vossa honra, contra todos os inimigos de minha Fé (seja em meu Deus, ou meus amigos), é que eu irei gingar essa espada, e todos ão de sentir o peso de meu braço leal e o poder da ira de meu Deus!
Agora você compreendeu? Ahnm..o quê? Quantos anos eu tenho? Acabo de completar 18 invernos, a pouco, por quê?
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